O mar de João Pessoa ganhou um brilho especial no domingo (12/10), com a realização do Rei e Rainha do Mar, que integrou a programação oficial do Paraíba World Beach Games 2025.
O evento reuniu centenas de atletas amadores e profissionais em provas de natação no mar, corrida na areia, beach biathlon e categorias infantis de corrida e natação, em uma grande celebração do esporte e da vida ao ar livre.
“O Rei e Rainha do Mar já passou por diversas regiões do Brasil desde 2009, quando teve a sua primeira edição. Estamos muito felizes em realizar pela primeira vez em João Pessoa, que é uma cidade com uma natureza exuberante e convidativa para a prática de exercícios físicos ao ar livre”, afirma Claudia Porto, diretora do Rei e Rainha do Mar.
Os atletas paraibanos brilharam nas águas da praia de Cabo Branco, com destaque para Júlia Freitas vencedora na prova do Challenge 4K feminino e Marcílio Onofre, que conquistou o título no Sprint 1K masculino.
“Foi emocionante nadar uma prova tão incrível como é o Rei e Rainha, principalmente desafiador, por ser em um mar que não estava tranquilo. Mostrar que quem é de João Pessoa também pode competir e vencer foi uma sensação completamente diferente”, disse Júlia Freitas. “Essa foi a minha primeira prova de Rei e Rainha do Mar, uma competição que eu sempre quis participar e não conseguia ir. Agora aqui, em João Pessoa, pude competir na minha casa e levar esse título. Foi muito especial estar ao lado dos amigos, família”, completa o paraibano Marcílio.
VIVA ESSE ASTRAL!
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Maior festival de esportes de praia do mundo entrega uma edição emblemática após oito anos sem realizar provas neste bairro
Quem passou pelas praias da Zona Sul carioca no domingo (28/09), presenciou uma manhã com a cara do carioca: praia, esportes ao ar livre, um programa para toda a família. Esse cenário foi a celebração do Rei e Rainha do Mar Leblon, apresentado pela Shell. O festival teve 12 provas, sendo o único evento do segmento a oferecer nove provas em formato de travessia
Atletas do Super Challenge 10K passam pela Pedra do Leme, rumo à Praia de Copacabana (Foto: Januzzi Filmes)
“Cada vez mais buscamos conectar o participante do evento com ícones da cidade para que ele possa desfrutar além da prova. Entendemos que isso é bom tanto para o morador que nesse fim de semana saiu um pouco da rotina quanto para os 20% de pessoas vindas de fora do estado. Isso sem contar nos estrangeiros que participaram da prova, em maioria sul-americanos, totalizando 10% dos inscritos”, conta Claudia Porto, Diretora do Rei e Rainha do Mar.
A movimentação da Zona Sul da cidade começou dois dias antes com a entrega dos kits no Village do evento, localizado no Hotel Rio Othon Palace, na Praia de Copacabana. Nesse momento, foram arrecadadas 578 unidades (latas ou pacotes) latas de leite em pó que serão doados para o Pró Criança Cardíaca. A ação da Troca Solidária consistiu na doação de latas ou pacotes de leite em pó em troca de toucas, viseiras ou camisas de edições anteriores do Rei e Rainha do Mar.
Dentre as ações ESG do festival, os participantes também puderam descartar corretamente itens eletrônicos sem uso para o Projeto Ilha do Rio durante a retirada dos kits, e uma semana antes da etapa, o Rei e Rainha do Mar participou do mutirão de limpeza na praia do Arpoador, em Ipanema, durante o Dia Mundial da Limpeza, junto com Bota pra Girar e Pedra do Arpoador Conservação. Ainda dentro dos compromissos ESG o todas as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE’s) da etapa do Leblon em parceria com o INSTITUTO PRIMA (www.prima.org.br) serão neutralizadas.
A movimentação começou já no sábado, 2, com a entrega dos kits. A véspera do evento agitou a cidade e preparou os participantes para o clima de conexão e bem-estar, com destaque para o workshop de Yoga e Respiração realizado no Village do evento, que integrou atletas, famílias e amantes do esporte em um ambiente de acolhimento e preparação.
Com provas pensadas para todos os perfis — de iniciantes a atletas de alta performance — o evento contou com modalidades de natação em águas abertas (Open 500 m, Sprint 1K, Classic 2K e Challenge 4K), biathlon (1K de natação + 2.5K de corrida) e canoa havaiana (Va’a Generations 11K e Va’a Race 17K).
João Pedro Alves Moraes Rabelo, de 16 anos, foi o grande vencedor da prova de Biathlon, que exigiu resistência e estratégia dos competidores. “É minha primeira vez no Rei e Rainha do Mar. Estou gostando muito! Sou atleta de Aquathlon e já participei de algumas competições em Brasília e em outros lugares, mas essa está incrível. Brasília tem olhado cada vez mais para esportes como o Aquathlon e o Biathlon, que muitos pensam que são só preparatórios para o triatlo, mas não: são esportes independentes e têm potencial para crescer sozinhos. E eventos como esse ajudam muito nisso.” O atleta também conquistou o segundo lugar na modalidade Classic 2K do Rei e da Rainha do Mar em Brasília.
Já na disputa da Canoa Havaiana, o destaque vai para a equipe Ava Canônicos do Paranoá, capitaneada por Kenny Sousa Alves, que cruzou a linha de chegada com excelente desempenho na categoria Va’a Race 17K. “Ganhar em Brasília é sempre especial, porque estamos no nosso quintal. Participamos desse evento há sete anos atrás e agora ele volta ao DF, o que é muito importante para fortalecer os eventos de canoa, já que ainda somos um pouco carentes nesse circuito nacional. É muito bom conquistar essa vitória em casa, junto com meus alunos e com a minha escola, que é uma das mais antigas de Brasília. O evento tem um peso enorme — é um circuito consolidado no cenário nacional — e é incrível ver essa união com o pessoal da natação e de todo esse movimento aquático no Lago Paranoá.”agitar a cidade desde sábado (07.06), com uma série de atividades que atraíram a atenção de moradores e turistas de Cabo Frio. Práticas de yoga, aulas de beach tennis e futevôlei, além de apresentações culturais deram início a programação do evento.
A diretora do evento, Claudia Porto, celebrou o sucesso da edição: “Foi uma edição fantástica. A energia dos atletas, a beleza do local e a receptividade do público tornaram essa etapa em Brasília muito especial. Saímos com a certeza de que a experiência foi incrível para todos os envolvidos.”
A atleta Betina Lorscheitter, que foi a campeão nas modalidades Sprint e 1k, também elogiou a experiência: “Já nadei muitas vezes o Rei e Rainha do Mar no Rio de Janeiro, mas é a primeira vez que participo da prova aqui em Brasília. Já competi em outros eventos do circuito brasileiro, mas essa estreia no Rei e Rainha do Mar na capital foi especial. O dia está lindo, as condições perfeitas para nadar e curtir. Estou super feliz de estar aqui — e mais ainda por ter sido campeã nas duas modalidades.”
Mais do que uma competição, o Rei e Rainha do Mar reafirma seu propósito de democratizar o esporte e incentivar um estilo de vida saudável, oferecendo experiências completas e acolhedoras para todas as idades, níveis de condicionamento e realidades. E a próxima etapa já tem dia e local marcados. Será em 28 de setembro, no Leblon, Rio de Janeiro.
A ex-atleta de vôlei de praia, Carolina Aragão, de 34 anos, competiu na última edição do Águas do Rio Rainha do Mar, para marcar o seu retorno aos esportes, após a chegada do seu segundo filho. Nossa rainha se superou e sentiu a adrenalina fluir novamente pelo corpo com o início da prova.
Carolina Aragão e sua filha, na linha de chegada do evento Águas do Rio Rainha do Mar
“Amamentei meu filho até pouco tempo antes de entrar na água, e comecei a sentir aquela adrenalina incrível do esporte. Aquelas sirenes pré competição, as pessoas na expectativa da prova, o corpo ficando arrepiado, eu conseguia sentir meu corpo sorrindo por dentro! Ahhh qualidade de vida pra mim é isso, família junto e saúde pra fazer esporte na natureza.”
A bicampeã mundial já estava acostumada com competições, mas o Rainha do Mar foi uma celebração desse novo momento de maternidade e uma oportunidade de curtir o que o esporte tem de melhor para oferecer. A cada braçada, Carolina pensava na sua família e na vontade de dividir esse momento com a sua mãe.
“Quando sai da água, corri para o pórtico de chegada muito feliz, e no fundo, procurando na torcida, meu combo familiar dos incríveis. Quando os ouvi gritando, vai mamãe! Nooossa, meu coração explodiu! Foram anos duros, de diversos tipos de isolamento e exaustão, e não me atenho só à maternidade nessa fala. Que privilégio poder renovar a minha alma dessa forma”
Parabéns, Carolina! Que a sua história inspire mães e filhos a se apaixonarem e se desafiarem no mar.
Holandesa domina a Disputa Elite. Nas provas amadoras, quase mil mulheres celebraram a força feminina nas águas.
A holandesa levou a melhor na disputa que reuniu 10 nadadoras da elite mundial (Foto: Viviane Lepshc)
A praia de Copacabana ficou ainda mais bela na manhã deste domingo, dia 6 de fevereiro, com a primeira edição do Águas do Rio – Rainha do Mar. Na prova Elite, Sharon van Rouwendaal liderou do início ao fim para erguer o troféu e ser coroada como a nova Rainha do Mar.
As oito atletas profissionais e duas amadoras que participaram da Disputa Elite do Rainha do Mar (Foto: Ana Verônica)A nadadora holandesa Sharon van Rouwendaal erguendo o troféu de Rainha do Mar em Copacabana, Rio de Janeiro (Foto: Viviane Lepsch)
O desafio principal reuniu gigantes da natação de águas abertas, algumas das principais nadadoras da história da modalidade. São elas:
ATLETAS BRASILEIRAS: Nossa campeã olímpica Ana Marcela, Vivi Jungblut, Betina Lorscheitter e Cibele Jungblut.
Na Disputa Elite, dez atletas disputaram o cobiçado título, mas foi Sharon van Rouwendaal que ditou o ritmo da prova. A holandesa venceu as três etapas da competição, totalizando 3 km de trajeto no mar, tendo na sequência as brasileiras Viviane Jungblut e a atual campeã olímpica, Ana Marcela Cunha.
Vencer em Copacabana não é novidade para Sharon. Nos Jogos Olímpicos Rio 2016, ela subiu no alto do pódio com a medalha de ouro. Em Tóquio 2020, a holandesa conquistou a medalha de prata, em disputa braçada a braçada contra Ana Marcela Cunha.
“Foi muito especial voltar ao Rio de Janeiro, aqui em Copacabana. Eu estava ansiosa para isso. A energia do povo brasileiro é incrível, faz toda atleta se sentir mais especial. Foi isso o que aconteceu comigo hoje. Mantive um bom ritmo durante a prova, tive adversárias muito difíceis, mas me senti forte. Estou muito feliz com essa conquista”, vibrou Sharon van Rouwendaal.
Um espetáculo assinado por elas
O Águas do Rio – Rainha do Mar foi criado para promover a força feminina, e elas não decepcionaram. Centenas de nadadoras marcaram presença no evento, competindo em entre diversas categorias e tomando o mar de Copacabana em belo cenário, comprovando mais uma vez o sucesso delas na modalidade.
Em segundo, Catarina Ganzeli, em primeiro Nathalia Almeida, em terceiro Larissa Oliveira formando o pódio da modalidade Sprint 1K (Foto: Ana Verônica)
As talentosas Nathalia Almeida e Gabi Roncatto brilharam nas categorias que abriram o evento, na Sprint 1 km e Classic 2 km, respectivamente, e garantiram vaga na disputa da Elite. Na categoria Open 500 m, Bettina Cremona foi a grande vencedora. O evento contou, em sua grande maioria, com staff feminino, e teve patrocínio da Águas do Rio e da Betano.
O pódio da modalidade Classic 2K ficou com Luiz Lima em terceiro, Thais Xavier em segundo e Gabrielle Roncatto em terceiro (Foto: Ana Verônica)Aqui, são as duas primeiras rainhas da Open 500M. Isadora Rossignoli em segundo e Bettina Cremona em primeiro lugar. O terceiro lugar foi da atleta Julia Vogel (Foto: Ana Verônica)
“O Rainha do Mar é um evento que coroa todas as suas participantes, todas são nossas rainhas. É incrível ver a força delas na água, nadando pelo seu melhor, se dedicando por novas conquistas. Preparamos cada detalhe com muito carinho para elas, e o feedback foi muito positivo. Isso nos deixa orgulhosas”, analisou a diretora de produção do evento, Claudia Helena Porto.
Quase mil mulheres embelezaram a praia de Copacabana no Rainha do Mar (Foto: Mario Nardy)
Classificação Elite: Águas do Rio – Rainha do Mar 2022
Etapa de natação de águas abertas exclusiva para mulheres acontece no dia 6 de fevereiro em Copacabana, com participação da campeã olímpica Ana Marcela Cunha
A campeã olímpica Ana Marcela Cunha no Rainha do Mar (Foto: Mario Nary)
Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 2022 – O ano começou com uma grande novidade esportiva para as mulheres. Dia 6 de fevereiro aconteceu o Rainha do Mar na praia de Copacabana, com aproximadamente mil nadadoras amadoras. As profissionais entraram na água no mesmo dia e local na prova Elite, com participação da campeã olímpica Ana Marcela Cunha. O dia foi de celebração da força feminina no esporte.
O dia de prova teve início com as amadoras em três opções de distância no mar. A categoria Open com percurso de 500 metros, destinada às iniciantes em águas abertas, englobando também a categoria infantil, com idade mínima a partir de 11 anos. A Sprint tem 1 km, enquanto a Classic tem 2 km. As nadadoras profissionais tiveram 3 km no mar de Copacabana divididos em três circuitos com rápidos intervalos de descanso na areia. O evento da Elite integrou a temporada 2022 de eventos do “Verão Espetacular”, com transmissão ao vivo da Globo, atração no programa Esporte Espetacular.
Luiz Roberto e Poliana Okimoto na transmissão ao vivo da Globo (Foto: Ana Verônica)
O staff do Rainha do Mar foi prioritariamente feminino em Copacabana (Foto: Viviane Lepsch)
Com staff feminino em sua grande maioria, o Rainha do Mar estreou com grande sucesso e tem tudo para ficar no calendário do Circuito Rei e Rainha do Mar, que há mais de 15 anos promove para a atletas profissionais e amadores a incrível experiência de águas abertas em belos cenários no litoral brasileiro. “Estamos propondo um evento feito por elas para elas. Vamos proporcionar um momento único para que todas as nadadoras possam estar no mesmo local e com a mesma experiência no mar que algumas das maiores nadadoras da história”, ressaltou o CEO da Effect Sport, Pedro Monteiro.
Reencontro de gigantes das águas abertas
A areia de Copacabana foi o tapete vermelho para todas as nadadoras do Rainha do Mar, em especial para Ana Marcela Cunha. Foi a primeira prova da baiana no Brasil após a memorável conquista em Tóquio. Em agosto passado, ela fez história ao conquistar a medalha de ouro olímpica na maratona aquática (10 km), feito inédito para o país.
Ana Marcela foi ovacionada pelo público presente (Foto: Ana Verônica)
Acreditamos no esporte como uma poderosa ferramenta de transformação. Seja com a doação de inscrições ou ações desenvolvidas em parceria, queremos somar em iniciativas do bem para um mundo melhor. Por mais clichê que esta frase pareça ser, pensar o Rei e Rainha do Mar como um ecossistema sempre fez parte do DNA do festival.
Dentro e fora da arena, a energia que nos move vem da experiência de superação vivida por cada atleta, o que vai muito além da linha de chegada. Para muitos participantes, preparar-se para o festival e estar na arena em meio à natureza com outros atletas é uma nova linha de largada com outra perspectiva de mundo.
Se você pode, ajude também a gerar experiências que transformam.
Com aulas e treinos, o projeto visa tornar acessível a prática da natação para crianças e jovens da Baixada Fluminense. Oferecendo integração social e qualidade de vida através do esporte.
Especializada em esportes outdoor, a Tribus Adventure é uma assessoria para treinamento individualizado de algumas modalidades como: ciclismo, natação, circuito, triathlon, canoagem, entre outras. Mobilizando atletas amadores e profissionais, promove ações sociais para ampliar o acesso a esses e outros esportes.
O que nasceu como um programa esportivo, agora é uma Vila Olímpica com diversas atividades esportivas incluídas. Diferentes públicos são atendidos, da 3ª idade a crianças, o que fez esse programa virar uma referência mundial, premiado pela UNESCO e pelo ex-presidente americano Bill Clinton.
Com atuação desde 2006, o projeto Natação do Mar é uma escola de natação focada em desenvolvimento esportivo e social dos alunos. Atualmente, são mais de 300 alunos de Rio das Ostras que aprendem técnicas de travessia em mar aberto, com a finalidade de estarem aptos a provas e práticas com mais segurança.
Com objetivo de desenvolver a cidadania através do esporte, a Vila Olímpica da Maré oferece oportunidades para crianças, jovens e adultos de diferentes pontos da comunidade da Maré. Atualmente são mais de 30 atividades oferecidas com mais de 2 mil alunos cadastrados para criar integração social na região através do esporte.
O Talentos do Capão é um projeto de integração social pela prática de natação, principalmente para moradores do Capão Redondo. Com isso, o projeto realiza aulas de natação para crianças e jovens do local para criar integração, disciplina e outros valores através do esporte.
Para minimizar o impacto do coronavírus na sociedade, especialmente em comunidades da cidade, surgiu o Rio Contra Corona. O projeto conta com o apoio das principais organizações do Rio de Janeiro para conseguir doações de itens básicos para prevenção da doença nessas áreas mais carentes. Em 2020, foram arrecadados mais de 4 toneladas de alimentos e quase R$14 milhões para ajudar essas famílias.
O Projeto Adote Doação de Órgãos é uma organização sem fins lucrativos que visa conscientizar as pessoas sobre a importância de doação de órgãos e tecidos para ajudar a salvar outras vidas.
O projeto Pró Criança Cardíaca atende crianças e jovens carentes com problemas no coração desde 1996. Com isso, são mais de 15 mil atendimentos feitos durante esse tempo e mais de 1,5 mil cirurgias cardíacas e cateterismos realizados, além de ações assistenciais integradas.
Com o aumento da demanda geral nos serviços de saúde, principalmente por conta do novo coronavírus, o MSF ganhou mais destaque no Brasil. Hoje, atua para garantir atendimento a todos brasileiros com alguma situação extrema como: refugiados, idosos, famílias que vivem em comunidades menos acessíveis, usuários de drogas e outros cidadãos mais carentes.
Criada em 2011, a primeira Unidade de Conservação do Rio de Janeiro no Monumento Natural das Ilhas Cagarras. O instituto é voltado para pesquisa e proteção da vida marinha dessas áreas.
Você tem ou participa de um projeto socioambiental que deseja apresentar ao Rei e Rainha do Mar? Envie uma apresentação para contato@reierainhadomar.com.br com PROJETO SOCIOAMBIENTAL no assunto que vamos adorar conhecer.
É comum nas competições de natação no mar a gente ver o traje Powerskin R-EVO da Arena. Fomos entender porque ele é utilizado por mais de 90% da elite da natação mundial.
Que a roupa de borracha, ou wetsuit, proporciona mais flutuabilidade e velocidade no deslocamento na água isso quase todo mundo já sabe. O que ainda desperta a curiosidade de muitos nadadores é a preferência pelo traje Powerskin R-EVO da Arena. Então, Patrick Winkler, editor-chefe da SWIM CHANNEL, compartilha com a gente uma análise sobre.
A introdução da natação em águas abertas nos Jogos Olímpicos possivelmente foi a decisão mais bem acertada do Comitê Olímpico Internacional (COI), nas últimas três décadas. A modalidade foi disputada pela primeira vez nos Jogos de Pequim em 2008 e, desde então, apresenta ininterrupto crescimento no cenário internacional.
Neste mesmo período a natação de piscina vivia uma situação de “céu & inferno” ao mesmo tempo. Os melhores nadadores do mundo estabeleceram centenas de recordes mundiais. Você não leu errado, foram centenas de recordes mundiais entre 2008 e 2009. O estrondoso sucesso, acabou sendo direcionado aos famosos super trajes de natação com a “pele de tubarão”.
Os nadadores, não importa se eram de piscina ou de águas abertas, utilizam os mesmos trajes. Exatamente no dia 31 de dezembro de 2009 a FINA proibiu todos os trajes de natação e para o ano de 2010, todas as marcas esportivas tiveram que criar novos acessórios com diversas regras e com selo de aprovação da Federação Internacional.
Assim, a natação de piscina e a natação de águas abertas tomaram rumos diferentes no quesito traje de competição. No auge dos super trajes eles continham a matéria prima poliuretano (PU), que auxilia na flutuação do atleta e acabou sendo 100% excluída.
Para a natação de piscina, os homens só poderiam utilizar o jammer (com aproximadamente 45 cm a 47 cm de medida lateral). Já as mulheres podiam usar o kneeskin (popularmente conhecido como macaquinho) e esta peça não poderia ter nenhum zíper. Nas águas abertas, os atletas poderiam utilizar a calça ou o bodyskin (popularmente conhecido como macacão).
As marcas esportivas realizaram grandes ações e ótimos produtos para os atletas de piscina, com destaque para Speedo, Arena, TYR, Finis e Jaked. Futuramente este grupo seria acrescentado por outras empresas como MP, Nike, Adidas, Mizuno, entre outras.
Nas águas abertas a Arena tomou a dianteira e “dominou” o mercado. Foi evoluindo de maneira rápida, dentro das regras da FINA e disponibilizando de maneira ágil a todos os pontos de distribuição no mundo. A versão Powerskin R-EVO é hoje o traje mais utilizado, vendido, vendido novamente (mercado de segunda mão) e consequentemente o produto que veste os melhores nadadores.
FINA World Championships 10KM masculino
O bodyskin da Arena, nas principais competições internacionais, chega vestir mais de 90% de todos os atletas da competição. Algumas das marcas consagradas como Speedo e TYR entregam produtos somente para seus atletas patrocinados, os famosos trajes customizados. Quem vinha na vice-liderança era a marca esportiva Diana, que acabou sendo comprada pela Arena.
Saindo do cenário profissional e vindo para os festivais esportivos no Brasil, há uma enorme quantidade de eventos pelo país e em muitas provas a roupa de borracha nas águas abertas é liberada e outras muitas não há a liberação.
Como são os trajes competição para natação em águas abertas?
A coleção tem a calça e o macacão, ambos produzido em poliéster e poliamida. O traje de competição primeiramente tem um excelente coeficiente de atrito, possibilitando um arrasto melhor do que a pele do atleta raspada.
A FINA autorizou o uso do macacão porque em inúmeras provas de águas abertas, existe o contato com água-viva e o traje possibilidade um mínimo de segurança para o nadador. A compressão do traje também retarda o acúmulo de ácido lático nos músculos.
Qual a diferença entre a calça e o bodyskin?
Simplesmente o custo-benefício. Os músculos inferiores são os mais fortes do corpo, portanto o retardo de acúmulo de ácido lático continua eficaz. O que muda é o arrasto do traje, pois o atleta que está a nadar com peito nu, terá mais arrasto. A calça tem o valor de R$1.329,90 enquanto que o bodyskin custa, em média, R$2.299,90.
Analisando o mercado com cautela, inexplicavelmente existe uma “miopia” de atenção por parte da Speedo Internacional, TYR e AquaSphere em relação aos trajes de natação em águas abertas e acredito que num futuro próximo as coisas devem mudar.
Quando o diretor de prova proibir a utilização do neoprene e liberar apenas os trajes aprovados pela FINA, não tenha dúvida, nade de Arena Powerskin R-EVO. É a melhor opção. A linha pode ser encontrada no website oficial da marca o arenawaterinstinct.com.br/.
Para crianças de 4 a 10 anos, o game é mais uma contribuição para e preservação de praias e mares, um dos objetivos sustentáveis da ONU abraçados pelo RRM.
Com mais de 10 anos no mercado de marketing esportivo, a agência Effect Sport – criadora do Rei e Rainha do Mar – inova ao lançar Collect & Trash, jogo para o público infantil.
Em breve disponível na Play Store, o game foi apresentado durante a entrega de Kits do Circuito Enel Rei e Rainha do Mar Búzios. A interface é simples, mas traz uma mensagem muito importante: de conscientização sobre o lixo que chega até as praias.
Segundo dados da Comlurb, empresa de limpeza urbana da capital fluminense, antes da pandemia, costumava-se recolher 120 toneladas de detritos das areias das praias por dia. O desejo de todos é um retorno mais consciente às praias.
A expectativa é a de que as realezas mirins se encantem com os personagens do jogo e entendam como ajudar o meio ambiente. Há duas opções de modo de jogo: arcade mode, de nível mais fácil que é de coletar pontos; e o time attack, com um pouco mais de dificuldade, correndo contra o tempo. O personagem principal é Poseidon, o Rei do Mar, que convida a criançada para em três fases (areia, onda do mar e nadando) ajudá-lo a coletar o lixo que encontra pelo caminho para colocar na respectiva lixeira seletiva: lixo orgânico, papelão, metal ou plástico.
Outra funcionalidade é o menu explicativo, com informações sobre cada tipo de material encontrado no lixo e o tempo que ele leva para se decompor na natureza. “Acreditamos ser uma oportunidade de falar com a criançada, sendo inovador. A sustentabilidade passou a ser um pilar muito forte na Effect Sport, então foi mais uma forma que encontramos de abraçar uma causa extremamente importante que contribui diretamente para a saúde dos oceanos”, explica Pedro Monteiro CEO da agência Effect Sport.
Sobre os criadores do jogo Colect & Trash:
Programador, Designer e Efeitos Sonoros: Matheus Rezende Porto (Portho)