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24/10/2019

História de Realeza apresenta Sylvia Pozzobon

O que a nutricionista espera da sua estreia nas águas do Rei e Rainha do Mar

Oi! Me chamo Sylvia Pozzobon, sou nutri e apaixonada por esporte desde que nasci (tenho certeza!!!). Sou carioca, nascida e criada na Urca, filha de professora de educação física. Passei minha infância brincando no clube na Praia Vermelha, subindo a trilha do Pão de Açúcar (no tempo que era trilha sem escadinha mesmo) e mergulhando na praia do Forte. Quando adolescente fiz ginástica olímpica, depois vôlei de quadra no Forte e aí passei para o vôlei de praia, na Praia da Urca. É dessa época a primeira recordação que eu tenho de correr – tinha uns 14 anos e a treinadora mandava a gente aquecer correndo na praia. Me recordo de começar a correr pelo bairro mais ou menos nessa época. Ia correndo do vôlei para a academia, acho que dava uns 2 quilômetros.

Lá pelos 16 anos decidi voltar a nadar (coisa que só fiz quando pequena porque minha mãe mandava), nessa época comecei a fazer musculação. Mas sempre correndo.

Enfim, são anos e anos fazendo mil coisas, poderia escrever um livro só com isso.

Hoje, com 34 anos, descobri uma nova paixão, paixão esta que me trouxe até aqui para escrever esse texto.

Em julho deste ano comecei a pedalar, sem nenhuma pretensão, apenas para mudar um pouco já que corro desde os 16 anos e desde então esse tem sido o esporte que pratiquei sem parar. Uma coisa leva a outra né? Se a pessoa já corre e pedala, “só falta nadar agora” começaram a me falar.

Eu fiquei enrolando um pouco para começar, pois não disse acima, mas aos 21 anos tive um câncer. Fiquei curada, a cirurgia foi bem sucedida, mas perdi grande parte dos movimentos do braço esquerdo que são necessários para a natação. Com a retirada do tumor, tiraram meus músculos, nervo axilar e além de não fazer uma rotação completa, perdi muita força. Por isso natação não estava nem um pouco nos meus planos há anos. Para não dizer que nunca mais nadei, tentei umas duas vezes engrenar ao longo desses 12 anos pós cirurgia, mas como já era algo que eu não amava, não foi pra frente – a dor e o cansaço me faziam largar de mão.

Só que sonhos são poderosos… quando comecei a pedalar e me apaixonei, passei a sentir uma vontade enorme de tentar juntar tudo e fazer um triathlon. A vontade foi crescendo, ainda está crescendo na verdade!! Então há duas semanas comecei a nadar… fui uma vez no mar e duas no clube. Estou reaprendendo e me acostumando.

Quando recebi o convite para participar do Rei e Rainha senti que era um chamado, a fagulha que faltava para eu começar a acreditar que eu posso sim me superar e nadar. Estou realmente animada e muito ansiosa por essa prova. Saber que tenho uma meta definida na natação é uma motivação e tanto para os treinos – ainda mais na edição de 10 anos dessa prova tão maneira que celebra tudo que o Rio tem de mais carioca: Praia, Sol, gente animada e feliz em pleno verão praticando esportes ao ar livre. Mal posso esperar pra entrar na água. LÓGICO que eu to tremendo por dentro em um misto de animação e medo, mas sem frio na barriga não tem graça ne? Já a água, espero que não esteja muito fria não hehehe.

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