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26/3/2018

Rei e Rainha do Mar e Petrobras apresentam: principais diferenças entre nadar no mar e na piscina.

Como toda boa realeza do mar, nosso negócio é nadar na praia! A natação em águas abertas é uma excelente forma de se exercitar em meio a natureza. Porém, como sabemos, não é sempre que as condições do mar ou do tempo são propícias para a natação. E, assim sendo, nossa saída é apelar para o nosso “plano B”: nadar na piscina. Selecionamos as principais diferenças entre a natação em águas abertas e na piscina para auxiliar os nossos atletas! Confira:

 

Desafio Raia Rápida. Foto: Satiro Sodré/SSPress/Effect Sport

Direção

Na natação em águas abertas, a prioridade é a direção. O nado é contínuo: não existe viradas e não há formas de orientação como nas piscinas (raias).  Além de ser imprescindível que o nadador enxergue bem para manter uma boa navegação, é preciso levar em consideração as condições marítimas e suas variáveis, como fortes ventos e correntezas, que podem mudar a rota planejada inicialmente.

 

Respiração

Nas águas abertas, o atleta deve levantar ligeiramente o tronco para alternar respirações laterais com frontais, afim de corrigir a direção da rota planejada. Já na piscina, a respiração ocorre de maneira mais bilateral, com o mínimo de movimentação do tronco. O domínio das técnicas de respiração, em ambos os casos, é essencial para se manter uma natação fluída.

 

Frequência de braçadas

Desafio Rei e Rainha do Mar. Foto: Satiro Sodré/SSPress/Effect Sport

Por sua temperatura mais baixa e por sua densidade ser superior à água doce, o esforço e, consequentemente, o número de braçadas na natação no mar tende a ser maior. São braçadas mais curtas e com mais rotatividade.  Ao alongar muito as braçadas, o nadador pode se tornar vulnerável e ficar à mercê das correntes e ondulações. Já em um ambiente controlado, como a piscina, para maximizar a eficiência do nado, é recomendado o menor número de braçadas possível. É um meio excelente para se trabalhar os fundamentos e a técnica da natação.

 

Hidratação

E por fim, mas não menos importante: ao se nadar no mar, é preciso redobrar a atenção ao quesito hidratação. O sal da água tende a desidratar com mais intensidade os atletas que realizam maratonas aquáticas do que aqueles que competem em piscinas.

 

É isso, realeza! Vamos focar nos treinos porque no dia 27 de maio, em Brasília, teremos a segunda etapa do ano do Circuito Petrobras Rei e Rainha do Mar! Além do local inédito, a novidade fica por conta do evento ser sediado, pela primeira vez, em um lago. Incrível, né? As inscrições já estão abertas, é só clicar aqui! 😉

 

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