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7/3/2018

Dia Internacional das nossas Rainhas

Por muitos anos rotuladas como sexo frágil, as mulheres vêm cada vez mais conquistando seu espaço na sociedade. Historicamente, esse caminho não foi fácil. A industrialização marcou o início da luta pela igualdade de gêneros, que é a grande marca do Dia Internacional da Mulher. No mundo dos esportes, não foi diferente: as mulheres tiveram de provar que eram tão capazes quanto os homens. E, por que não, até melhores?

O pensamento de que “esporte não é coisa de mulher” – que perdura até os dias de hoje – veio da Grécia Antiga, a partir da crença de que o corpo feminino ficaria masculinizado e não teria condições físicas para a prática de esportes. Até o final do século XIX, o número de mulheres em determinados esportes ainda era muito pequeno. Com muita garra e força, as mulheres foram rompendo preconceitos e vencendo barreiras, se tornando grandes campeãs. Hoje, elas estão presentes em muitos esportes considerados até então masculinos, dentro de campos, quadras, arenas, piscinas, mares e todo complexo esportivo.

A história do Rei e Rainha do Mar é um grande exemplo da inserção das mulheres na pratica esportiva. O evento surgiu da consagração do atleta Luiz Lima, em 2008, como “Rei do Mar” após completar o Desafio do Leme ao Pontal – uma prova de natação no mar, com um percurso de 35km, que separa a praia do Leme da praia do Pontal -, considerada uma das maiores travessias aquáticas já realizadas no Brasil. Após o sucesso do desafio, lançamos, no ano seguinte, 2009,o evento chamado “Rei do Mar”.Em 2010, devido à grande adesão das fãs de natação em águas abertas, o desafio passou a receber também as “rainhas do mar”, se tornando, então, o Rei e Rainha do Mar.

De lá pra cá, já se passaram 10 anos, e o número de inscrições femininas aumenta a cada etapa. Atleta desde os 8 anos de idade, Catarina Ganzeli é a tricampeã do SuperChallenge do Rei e Rainha do Mar, além de ser uma defensora assídua da luta pela igualdade de gêneros. Segundo Catarina: “Eu já ouvi muitas vezes que a minha aparência fez com que eu conquistasse algum espaço dentro do meu meio profissional. Eu sei da minha capacidade e do meu potencial, e nunca foi a minha aparência que me concedeu nenhuma das minhas conquistas.” E completou: “O esporte me ensinou a ver que eu não sou menos que homem nenhum”.

Apesar de a luta pelos direitos das mulheres ser uma crescente, ainda não se pode dizer que elas encontram-se socialmente em igualdade de condições com os homens. Porém, é preciso admitir o caminho árduo percorrido pelas mulheres, provando mais uma vez toda a capacidade e garra do sexo feminino. Nós temos muito orgulho das nossas rainhas do mar, que através do esporte demonstram a sua força de vontade e procuram sempre superar os seus próprios limites.

Feliz Dia Internacional das Mulheres para todas as nossas guerreiras!

E bora pros treinos!!!



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